Fator humano na qualidade do atendimento!

Risco & Recompensa, 05/06/2017

O desafio das empresas em conseguir o equilíbrio entre os meios de cobrança tecnológicos que aumentam a produção sem perder a personalização do atendimento

Desde sempre, em nosso imaginário, a tecnologia é responsável por resolver problemas de forma rápida e eficiente; o tráfego de informações nos dias de hoje ocorre em velocidade que poucos poderiam imaginar há alguns anos, e a evolução de ferramentas de trabalho acontece em ritmo acelerado, aumentando a produtividade.

É inevitável que a tecnologia “invada” o mundo da cobrança, porém, diante de um assunto tão delicado, que vai além da recuperação do crédito, mas sim da recuperação da autoestima do cliente e da imagem da empresa, se faz necessária a manutenção e investimentos cada vez maiores em humanização do atendimento; temos questionado se a cobrança por telefone tão utilizada em décadas passadas tem o mesmo efeito hoje em dia...

Outras formas de acessar o cliente fazem-se necessárias, mas até que ponto a retirada total desta atividade nos trará maior eficiência em nossos resultados?

Inegavelmente o fator humano faz a diferença em uma negociação, principalmente no que diz respeito à persuasão, característica importante que a tecnologia não pode suprir.

Outro fator importante a ser destacado é a manutenção de uma boa imagem da empresa; afinal um cliente mal atendido fala para outros clientes sobre o ocorrido, enquanto quando bem atendido, esse número é reduzido.

Resumindo, a tecnologia com certeza é importante para agilizar processos e auxiliar na busca de soluções eficientes e sustentáveis, mas precisamos avaliar os extremismos, não podendo suprir o fator humano do negócio; fazer o cliente sentir-se acolhido com atendimento personalizado faz a diferença quando ele precisa tomar a decisão de qual empresa ele vai priorizar durante o processo de negociação de cobrança.



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